Traz a tua ideia
que nós concretizamos.
Na Agile111, usamos a nossa experiência para desenvolver aplicações que resolvem pequenos problemas do dia a dia das empresas. Tu trazes as dificuldades, nós construímos as ferramentas.
Lado a lado com o
sucesso dos nossos clientes
O nosso sucesso mede-se pela operacionalidade dos nossos clientes. O cada vez maior número de dificuldades resolvidas com as nossas apps mostra a importância do desenvolvimento de software operacional, que muitas vezes é descartado pelas grandes casas de software.
Cada aplicação é desenhada para uma empresa em concreto, e parametrizada até encaixar no modo como essa empresa já trabalha.
Cinco passos, sempre
os mesmos cinco.
Não entregamos licenças, acompanhamos operações. O percurso é fixo, o resultado é sempre diferente.
Estudamos
Vamos ao terreno perceber como a operação corre hoje, com quem fala e onde trava.
Desenvolvemos
Construímos a aplicação à volta desse desenho, não à volta de um template.
Integramos
Ligamos ao que já lá está, para os dados não terem de ser escritos duas vezes.
Testamos
Com quem vai usar, com dados reais, antes de qualquer coisa entrar em produção.
Acompanhamos
A operação muda, a aplicação muda com ela. Ficamos por perto depois da entrega.
Quando um problema
se repete, vira produto.
Duas aplicações que nasceram de trabalho à medida e ficaram boas o suficiente para viver por conta própria.
1TradeShow
Da feira à encomenda,
sem perder um contacto.
Gestão de leads e encomendas para expositores. O contacto que entra no stand chega ao fim do dia já qualificado, e a encomenda sai sem ninguém voltar a escrever o que já lá está.
ECLDB · CareLabel Manager
Uma só fonte de verdade para todas as etiquetas de composição da vossa marca.
Composições, cuidados de conservação e idiomas geridos num único sítio, por marca e por mercado. Sem versões paralelas a circular, que é onde os erros passam.
Dificuldades que
deixaram de existir.
Três operações onde havia trabalho manual a mais e passou a haver menos.
Doze mercados,
doze folhas de cálculo.
A composição de cada artigo vivia repetida num ficheiro por país. Mudava a malha e mudavam doze sítios, e havia sempre um que ficava para trás. Passou a existir um registo por artigo, e cada mercado lê o mesmo.
N mercados a partir do mesmo registoO fornecedor imprimia o que
lhe escreviam no email.
Entre a ficha técnica e a etiqueta havia sempre alguém a copiar à mão. Um algodão que virava viscose custava a colecção inteira em rework. A arte final passou a sair da base de dados, sem ninguém voltar a escrever nada.
N erros de composição desde entãoQuatrocentas referências,
uma etiqueta de cada vez.
Cada arranque de colecção prendia duas pessoas durante semanas a montar etiquetas à unidade. A geração passou a ser por lote, com os símbolos de conservação e as regras de cada mercado já aplicados.
N de semanas para dias por colecçãoAgenda já a tua reunião.
Trinta minutos chegam para percebermos se há aqui trabalho para fazer.